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Andorra
Vacaciones e información: Andorra

Andorra qué hacer, qué visitar, dónde ir, dónde comer, reserva de hoteles, los aeropuertos más cercanos, fotos, información general, consejos, etc.
Clasificación global
8 Puntos
1 votación

Clima
Bueno 3.00
Higiene
Muy bueno 4.00
Precio
Caro 4.00
Hospitalidad
Muy bueno 4.00
Animación
Malo 2.00
Gastronomía
Bueno 3.00
Seguridad
Muy bueno 4.00
Servicios De Transporte
Muy bueno 4.00
Compras
Excelente 5.00
Excursiones locales
Malo 2.00
Cultura, monumentos
Bueno 3.00
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PGF - Perpignan 113.22 Km del centro de Andorra - Aeropuerto internacional
ILD - Lleida 118.40 Km del centro de Andorra - Aeropuerto Regional
XYT - Montaudran 118.90 Km del centro de Andorra - Aeropuerto Regional
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Información general sobre Andorra
O Principado de Andorra é um dos menores países do mundo (468 km²). Situado nos Pireneus, sudoeste da Europa, entre a França e a Espanha. A tradição relata que Carlos Magno libertou Andorra do domínio mouro, no século 9. De 1278 a 1993, os andorranos viveram sob um regime singular de co-principalidade, sob controle da França e da Espanha. Em 1993, Andorra tornou-se uma democracia parlamentar.
O principado de Andorra está situado no interior dos Pirinéus Orientais; é limitado a norte, pela França e a sul, pela Espanha. O seu relevo é constituído por desfiladeiros e vales estreitos, rodeados de montanhas. O principado tem cerca de 64 mil habitantes, de origem andorrana, espanhola, portuguesa, francesa e de outras nacionalidades. A capital é Andorra-a-Velha e o idioma oficial do país é o catalão, sendo o francês e o espanhol outras línguas faladas. A superfície do país é de 468 km2.

De acordo com a Constituição de 1993, Andorra é um co-principado independente, democrático, parlamentar, com a soberania total nas mãos do povo. A Espanha e a França
mantêm-se os seus co-príncipes (o bispo de Urgel, em Espanha e o Presidente da França, respectivamente) como chefes de estado, com poderes reduzidos e constitucionalmente definidos. Existe uma Assembleia de uma só câmara composta por 28 membros, o Conselho
Geral dos Vales, para o qual são eleitos 14 membros, com base numa lista nacional, e outros 14 com base em sete círculos binominais (paróquias). Existe também um Conselho
Executivo chefiado por um presidente, que exerce o cargo de primeiro-ministro com base no apoio da Assembleia.

História
Andorra foi durante alguns séculos um território agrícola e artesanal, onde era frequente a prática da caça. Em 1278, o bispo de Urgel tornou-se co-suserano do conde de Urgel, que
manteve a posse do principado até ao século XVI. Andorra permaneceu condomínio do bispo de Urgel, excepto no período da Revolução Francesa, altura em que os revolucionários declararam a independência do principado. Em 1806, os habitantes locais pediram a Napoleão que devolvesse ao território o estatuto de principado. Durante 700 anos, o principado prestava vassalagem aos dois lados: bispo de Urgel e ao Presidente francês. Até 1970, o direito de voto era exclusivo dos homens de Andorra, a partir da terceira geração. Actualmente, o voto é extensivo a todos os andorranos de primeira geração, com idade igual ou superior
a 28 anos, cujos pais sejam estrangeiros. O número de eleitores é diminuto, em relação ao total da população, cerca de 70% da qual é composta por residentes estrangeiros que
têm vindo a reivindicar os seus direitos políticos e de cidadania. A imigração, controlada através de um sistema de quotas, restringe-se aos nacionais de França e de Espanha
que pretendam trabalhar em Andorra. Antes de 1993, o país não possuía qualquer constituição formal, tendo todas as moções e propostas que ser submetidas aos delegados permanentes (representantes dos dois chefes de estado) para aprovação.

Em 1976 foi criada uma organização política, tecnicamente ilegal, o Partido Democrático de Andorra, que forneceu as bases de um futuro sistema democrático. Oscar Riba Reig tornou-se no primeiro primeiro-ministro do país em 1981, e em 1982 foi nomeado um Conselho Executivo chefiado pelo Primeiro-Ministro. Tal provocou a separação entre os poderes legislativo e executivo. Em Julho de 1991 foram estabelecidos laços formais com a Comunidade Europeia.
Em Maio de 1993 foi adoptada uma nova Constituição, concedendo a independência ao país em todos os aspectos menos o da segurança externa, que continuou sob a responsabilidade da França e da Espanha. As primeiras eleições directas tiveram lugar em Dezembro de 1993, tendo sido formado um Governo de coligação liderado pelo Primeiro-Ministro, Oscar Riba Reig. Em 1994, Andorra tornou-se um membro de pleno direito das Nações Unidas e do Conselho da Europa. A coligação de Reig, o Grupo Nacional Democrático, perdeu o apoio dos independentes em Dezembro de 1994 e Marc Forne, da União Liberal, substituiu-o no cargo. Desde a década de 50, Andorra tornou-se economicamente uma nação próspera, tendo chegado a ser declarada como o país com o maior crescimento económico do mundo, com um rendimento per
capita superior ao japonês. No principado existem mais de 5 mil lojas e 500 hotéis, a actividade turística é intensa e a banca vive uma situação estável e próspera. Em grande parte, este panorama deve-se à isenção de impostos de que usufruem muitos produtos e actividades no principado.
Fuente: mundofred
Língua oficial
A Constituição de Andorra define o catalão com a língua oficial do estado. Outras línguas que se falam no território são provenientes da imigração, por ordem, são essas: castelhano, o português e o francês.
As outras línguas de menor uso são o galego, o inglês, o árabe e o hindu. Por nacionalidades, têm como língua materna o catalão 64% da população com nacionalidade andorrana e 36% dos residentes com nacionalidade espanhola. Mesmo assim que a língua de uso mais habitual é o catalão, uns 68,7% da população tem a percepção que a língua mais falada é o castelhano.
Fuente: wikipedia
Moeda
Euro
 
Principais pontos turísticos
LOCAIS TURÍSTICOS
No paraíso andorrano, convivem sete diminutas comunidades chamadas paróquias. Cada uma de elas, apesar de sua escassa superfície, garante um espaço de grande interesse para o visitante, cheio de encantos naturais. Sem trair a sua tradição, os andorranos souberam coadunar os avanços da modernidade e as atrações turísticas mais assediadas em nosso século para oferecer ao viajante um mundo surpreendente e atrativo. As sete paróquias de Andorra conservaram seus antigos monumentos históricos, enquanto se dedicam a construir, manter e renovar suas estações de esqui, seus museus, seus clubes e centros esportivos e sociais, assim como suas lojas.
As paróquias apesar de serem similares pelas suas características geográficas, suas casas de montanha, suas igrejas românicas como eixo das cidades e povoados, diferem bastante em sua oferta de lugares para conhecer e em seu estilo de vida. Realizaremos um breve percurso por estas comunidades iniciando em Andorra la vella para continuar por A Massana, Ordino, Canillo, Encamp, Escaldes-Engordany e Sant Julià de Lòira, conhecendo-as no sentido dos ponteiros do relógio.

ANDORRA LA VELLA
Andorra la vella é a capital política do país, por tanto, é a paróquia e cidade de maior importância. Seus aproximadamente 22.000 habitantes, concentrados em sua maioria na capital, convivem tranqüilamente com os visitantes através de suas ruas, comércios e lugares de interesse. Seu singular nome provém de haver iniciado como uma pequena vila pois Vella, em aqueles tempos, significava vila. Na atual idade se confunde o término porque Vella em catalão significa velha. O território desta paróquia localiza-se no centro geográfico do país, pelo que iniciamos seu percurso por ela. Dadas as condições da comunicação terrestre no principado, que confluem na Capital, o mais provável é que quem o visite ou o atravesse chegue primeiro a esta comarca e inclusive que volte a ela antes de abandonar o principado.
Geograficamente trata-se de um vale, banhado pelo Valira e rodeado de escarpadas montanhas, que atingem altitudes entre os 1.040 e os 2.334 metros. A maior parte do território da paróquia está coberto de bosques ou de verdes prados que antigamente deram pé a uma atividade ganadeira e uma agricultura suficientes para a sobrevivência. Na atual idade, o crescimento demográfico tem limitado as atividades primarias e quase só permanece o cultivo do tabaco, o mais importante da Europa, em meio das atividades turísticas, industriais e comerciais.
Seguindo fiel à tradição reservada e tranqüila deste povoado de montanha, a capital andorrana é um lugar ideal para experimentar a estranha e pouco freqüente combinação que brinda uma capital nacional, moderna e transitada, com o estilo de vida relaxado da montanha. Possivelmente o maior atrativo que ofereça seja o movimento cultural característico das capitais Européias, não só pelos eventos de alto nível que promove a prefeitura com singular freqüência, sino também pela magia do trânsito entre França e Espanha, pela confluência de histórias, por essa herança cultural tão antiga que adquire dimensões próprias e matizadas de modernidade em uma dimensão única. Os esforços da prefeitura por consolidar em Andorra um centro de cultura de primeira ordem vão dando frutos. Pouco a pouco, o espirito do principado vai passando de ser um paraíso fiscal, comercial e esportivo, a um território com um importante patrimônio socio-cultural, próprio do século XX.
A vida na capital do principado gira em torno à Avenida príncipe Benlloch, eixo central do trânsito veicular e humano. Ao longo desta rua se aglutinam as principais casas comerciais, a prefeitura ou Comú, escritório de correios e vários monumentos importantes (a avenida cambia de nome em diferentes trechos e se converte tanto na Avenida Meritxell como na Avenida Dr. Mitjavila). Também nas entranhas deste caminho se geram, quase todos os dias, engarrafamentos importantes. Sendo um território tão minúsculo, e ao mesmo tempo, um lugar de trânsito para o próprio país e para seus vizinhos galos e ibéricos, o espaço se volta em ocasiões escasso para tantos veículos e pessoas. Para os andorranos, o caos vial só tem o significado de que o mundo segue reconhecendo em Andorra um lugar agradável para passar uns dias, para comprar e divertir-se. Más além da rua e do automóvel, se faz presente de imediato o espirito tranqüilo da montanha.
Do passado e a tradição histórica, convém olhar bairro Antigo da cidade, conformado por casas de dois ou três andares, construídas em pedra grisácea, a maior parte de elas com balcões em madeira ou ferro, desenhos variados e portas imponentes de madeira. Destacam algumas por sua exuberância e tamanho, pertencentes a antigos nobres andorranos. No centro do bairro Antigo, a Igreja paroquial de Sant Esteve, testemunha do nascimento e crescimento da cidade desde o século XII. Com características românicas, se conservam intactos os muros exteriores assim como algumas partes do interior (em o século XIX foi motivo de uma restauração e modernização que tratou de conservar as características românicas na decoração e no novo campanário, peça que teve de construir-se por completo a causa de hver sido derrubada por um raio).
Uma sombria estrutura de 1580, com seus muros de pedra que refletem os anos transcorridos, acolhe à que se conhece como a Casa de Vall. Trata-se de uma construção que acolhe na atual idade o parlamento, o Governo e os Tribunais de Justiça. Sobre a porta principal pode-se observar o Escudo do principado. O interior é um espaço político que se impõe com sua seriedade. A planta baixa corresponde ao Tribunal de Corts e suas dependências. O primeiro piso possui uma câmara retangular, sede das reuniões do Conselho Geral na qual destacam os assentos em madeira talhada de altos respaldos, a mesa de madeira, onde têm lugar as discussões entre os conselheiros e um armário de madeira talhada que contem os documentos oficiais do país; conta com sete fechaduras que só podem abrir-se quando os sete Conselheiros Maiores, um de cada paróquia, decidem abrir a qual corresponde a sua responsabilidade. Na mesma primeira planta localiza-se a Sala Nobre ou dos passos perdidos, que antigamente foi o comedor; nela podem-se observar pinturas murais do século XVI; a um lado, a antiga cozinha conserva seu piso de pedra, os azulejos e alguns dos utensílios da época em que se construiu. A segunda planta contém como mostra uma das habitações onde antigamente dormiam os conselheiros. O resto da segunda planta corresponde ao Museu postal, onde podem-se ver mostras filatélicas tanto de Espanha como da França, assim como da própria Andorra.
Devido ao interesse da própria cidade do principado por acrescentar a imagem do país além de suas montanhas e lojas, a prefeitura construiu em 1989 o moderno e funcional Centro de Congressos e Exposições. Trata-se de um complexo arquitetônico de estilo modernista, com janelas, fontes e jardins. Conta com a mais sofisticada tecnologia. No relativo a comunicações, segurança e iluminação, convertendo-o em um dos melhores centros de convenções europeus em beneficio do turismo de negócios e a cultura. Sua localização é absolutamente centrica, justo ao lado da tradicional praça do povo, antigo centro cultural de Andorra. Uma das principais características deste espaço é a versatilidade de seu desenho ao momento de aproveitar seus recursos pois seus 1.000 metros quadrados de superfície podem amoldar-se perfeitamente às necessidades dos eventos que se realizem conformando até sete salas. Conta com serviços centrais de telefone, fax, fotocopiadora, instalações próprias para a exposição de materiais e objetos, uma cafeteria, assim como uma estética e funcional Sala de atos com lotação para 430 pessoas.
É tal seu êxito e uso, que são escassos os dias do ano em que não se encontre em seu interior algum evento atrativo. Existe um boletim informativo que pode-se adquirir no escritório de turismo onde aparece publicado o calendário de eventos. Em um primeiro golpe de vista, este Centro de Congressos se capta como a suma do esforço humano por conviver com a natureza sem renunciar à comodidade alcançada na presente era.
OUTROS PONTOS DE INTERESSE DE ANDORRA LA VELLA
Uns poucos quilômetros para o sudoeste de Andorra la Vella localiza-se Santa Coloma, uma cidade que tem atingido grande modernidade e que resulta muito atrativa pelos seus comércios e a variedade de serviços oferecidos ao ramo da industria automobilística.
Situada a 1.036 metros de altitude, tem-se convertido no resguardo de um dos melhores tesouros artísticos do principado: a Igreja Românica de Santa Coloma, a mais antiga do país, construída no século IX e conservada de forma quase íntegra. Sumamente simples, chama a atenção por sua nave retangular com um teto similar aos das pagodas orientais que tem-se conservado com sua original e primitiva estrutura de madeira. O campanário possui quatro trechos, diferença significativa com o resto das igrejas românicas que só possuem três. Destacam as pequenas janelas duplas e em estilo lombardo e, na parte superior, a esculpida figura humana e alguns restos de policromia que ornamentavam o lugar. No interior pode-se ver um arco de ferradura mozárabe que aponta para um teto simples e vazio que antigamente esteve decorado pelos frescos do mestre de Santa Coloma, mesmos que foram entregados ao Museu prusiano de Cultura de Berlim. Como único sobrevivente original, a imagem românica da Virgem e o menino Jesus com suas características próprias do século XIII. Um retábulo maior, de estilo barroco, culmina a ornamentação da nave central em um de suas laterais.
Outro dos pequenos povoados próximos a Andorra la vella é o Collet de Sant Vicenç d'Enclar, assentado em um pequeno pedaço de montanhas de 1.200 metros de altitude com abundante vegetação. Se chega a este lugar seguindo o caminho que parte de Santa Coloma da rua Borroms e embora a escalada custa um pouco, vale a pena pela esplendida beleza de sua panorâmica e pelo acesso às ruínas de um antigo Castelo Medieval, assim como pelo encontro com a Igreja Românica de Sant Vicenç, que guarda grande similitude com a igreja de Santa Coloma.
Os arredores da paróquia de Andorra contam com atrativos picos que podem escalar-se sem representar alto risco. Durante o verão, se organizam excursões para ascender à montanha a passo tranqüilo e gozar da vista que o panorama oferece.

A MASSANA
A Massana é a quarta das paróquias do principado, no relativo a sua configuração histórica. Situada para o oeste, compartindo fronteira com Espanha, conta apenas com 64 metros quadrados de superfície. Território recheado de bosques, é a zona de maior atrativo, com relação à flora e a fauna pois em suas terras encontram-se espécies de pelagem chamativa. Pequeníssimos lagos, muito mais estanques naturais chamados isards, conservam em suas águas um bom número de trutas e outras variedades de peixes.
Os principais núcleos urbanos que a compõem são pal, Sispony, Anyós, Arinsal, Erts, L'Aldosa e desde logo A Massana. Pequenas cidades com um encanto excepcional onde a diversão pode vir em forma natural, na contemplação de suas paisagens, na exploração de suas enredadas montanhas, assim como na visita a seus pitorescos monumentos, a convivência com suas tradições ou a aventura do esqui.
Sendo a capital da comarca, A Massana é uma cidade que conserva com encanto suas antigas construções. Destaca a Igreja de Sant Iscle e Santa Victoria, construção românica que sofreu importantes reformas nos séculos XVII e XVIII. Sua maior herança é uma coleção de retábulos de estilo barroco que se conservam no interior.
A ponte de San Antoni, nas beira da cidade, é um elemento que esconde incógnitas para os andorranos. Unindo duas grandes paredes naturais de pedra, a ponte permite superar a dificuldade de cruzar desfiladeiro sobre o rio Valira para entrar e sair da cidade. Se crê que esta obra de engenharia é de origem medieval por suas características e os dados arrecadados, entretanto, não existem provas fidedignas de isso e se conserva o mistério do seu construtor, sua idade e sua fortaleza.
Nas proximidades da ponte, a Capela de San Antoni da Grella, é testemunha da história deste povoado. Hoje em dia São Antoni se converteu no patrono da comarca e no dia 17 de janeiro se lhe homenageia. Por último, a sala de Llar, uma construção mais recente que oferece ao público eventos culturais e artísticos ao longo do ano. Qualquer que seja a época em que visite Andorra, encontrará em A Massana algum evento interessante que admirar nesta sala.

ESCÁS
Seguindo o caminho que nasce frente à Igreja paroquial de Sant Iscle e Santa Victoria, se acede a uma série de degraus de pedra que ficam às espaldas da cidade. A través deles chega-se ao Valle de les Claperes e, posteriormente a Escás, pequena aldeia que surpreende por suas conservadas mansões senhoriais de diversos estilos palacianos.

PAL
Pal é um vila da comunidade que encontra-se a 1.500 metros de altitude. Seu maior encanto provém de uma visão global de sua paisagem equilibrada entre o urbanismo e a natureza em onde se localiza. Suas casas foram conservadas quase uniformemente com suas fachadas de pedra, telhados de pizarra, portas e janelas em madeira. Sobressaindo por sua tamanho, a Igreja de São Climent de pal chama a atenção por seu original campanário de três pisos, com pequenas janelas duplas. Trata-se de uma peça surgida no estilo românico que, como todas, tem sofrido modificações ao longo do tempo. Destacam, ademais, os frescos góticos e barrocos que guardam em seu interior, assim como a talha românica em madeira policromada de Nuestra Senhora de pal. Especial interesse por seu significado e simplicidade recebem as rejas que rodeiam ao presbitério. Um passeio pela estrada que leva a pal permite encontrar o porto de Cabas. Em este lugar, além de um paisagem encantador, pode-se apreciar uma peça escultórica de Dennis Oppenheim.

ARINSAL
Outra aldeia distinguida da paróquia de A Massana é Arinsal.
Se orgulhesse de possuir o pico mais alto no território andorrano: Comapedrosa, com 2.946 metros. Durante o verão, é uma zona muito visitada pelo reto que representa subir a seus picos e contemplar a imponente visão dos pirineos. A menor altitude localiza-se o Refugio de Comapedrosa, um remanso de paz, tranqüilidade e boa vista que recebe a centos de turistas ao ano. Com a companhia perene do Estany de lhes Truites, a um lado de sua construção, se converte em um lugar inolvidável para quem o visita.
Duas igrejas dão sobriedade a este paraíso pirenaico: a Igreja paroquial de Santo André, legado do século XVII, conserva um retábulo barroco e a Igreja do Campanar, provavelmente do século XII, com rasgos românicos e uma ermita medieval descoberta em 1970.

ERTS
Seguindo o caminho para A Massana surge Erts, um pequeno povoado onde é imprescindível visitar a Igreja de Santa Roma. Caracterizada pelo espirito do século XIX, de estilo retangular e ornamentação simples, se mantém com fidelidade a sua origem pouco pretensioso que, em meio de uma torrente de construções opulentas, como costumam ser as peças religiosas, reluz por sua originalidade. Seu interior revela a existência primaria de uma estrutura românica do século XI, onde podem-se ver um conjunto de pinturas murais, possivelmente medievais.

SIPONY E L´ALDOSA
Sispony é outro povoado que tem-se esforçado por conservar suas casas de pedra, sua unidade e seu sentido hospitaleiro. Sua antiga igreja, dedicada a São João Evangelista, patrono da aldeia, tem sido restaurada recentemente pelo que seu atrativo pode-se apreciar com plenitude.
L'Aldosa é outro pequeno povoado que oferece um atrativo panorama. Se acede a ele através da estrada que une A Massana com Ordino e seu principal atrativo é o Estádio que conta com espetaculares instalações para os amantes do esporte.

ANYÓS
Transitando pela estrada A Massana-Escaldes, atravessando os modernos túneis que se incrustam nas montanhas graníticas da zona, de pronto, quase como expulsado para o infinito, aparece Anyós. De menor altitude, pois apenas atinge os 1.300 metros sobre uma colina sulcada pelo rio Valira, esta encantadora aldeia oferece belas casas de pedra e telhados de pisara parando sobre a pendente de uma montanha. Na parte superior está a Igreja Românica de São Cristóvão. Trata-se de um original templo quase cúbico, coroado por um pequeno campanário de estrutura quadrada e arremates de aço. Do século XII, sua maior tesouro, além da engenhosa posição em que foi construída, é a coleção de frescos góticos do século XIII e os retábulos renascentistas do século XVI.
Entre os atrativos que o presente século lhe tem dado a esta espetacular aldeia extraviada nos pirineos, é o Centro Desportivo de Anyós, que conta com instalações modernas e muito visitadas para o esporte, a saúde e a estética. Durante todo o ano, o centro encontra-se cheio de pessoas que procuram relaxação ou curas através de suas diversas clínicas.

ORDINO
Um espaço aristocrático, quase exclusivo, compreende a terceira paróquia: Ordino. Pode-se dizer que é elegante desde sua geografia, ao estar atravessada pelos fortes causes do Valira do Norte, em meio de maciços e rigorosos picos com formosas e senhoriais mansões. Por qualquer lado que se mire, a impressão inicial de Ordino revela seu carater superior, aristocrático e poderoso e sua geografia é como um cavaleiro armado disposto a defender seu território.
Até poucas décadas, esta comunidade refugiava à nobreza do principado, a seus tesouros e histórias. Logo tem ido modernizando-se e entrando no ritmo deste século. Ordino tem conjugado seu passado com os benefícios da modernidade e como resultado, pode-se desfrutar de uma comunidade encantadora e inesquecível, de uma mirada que mistura a delicadeza da herança cultural francesa com o forte e permanente carater herdado do espanhol. Por outro lado, as recentes tendências para a proteção ecológica tem encontrado aqui um apoio que se manifesta em fenômenos concretos e que garante a possibilidade de suas propostas. Conhecedores do importante patrimônio que a natureza lhes tem encomendado, os habitantes de Ordino tem comprometido em sua conservação e desfrute sem prejudicar o seu equilíbrio natural.
O parte antiga da cidade, de apenas 1.200 habitantes, oferece uma panorâmica acizentada por suas construções de pedra, madeira e ferro. Pequenas ruazinhas permitem transitar com calma por este lugar. Destaca a praça Maior, centro tradicional de reuniões e vida, a cujo extremo aparece a Igreja paroquial de Santo Cornelio e Santa Cebriá. Construída entre os séculos XI e XII, de estilo românico e com reformas no renascimento, o maior tesouro da paroquia é a imagem talhada em madeira policromada da Virgem do Remédio, sendo a peça religiosa mais antiga do principado ao remontar-se ao século XI. Conserva, ademais, retábulos originais do barroco do século XVII e dos altares pequenos, dedicados aos cabeças de família do principado Rossell e plandolit. Ao seu redor, as barras de ferro maciço representam um trabalho muito cuidado e posterior que contrasta com a simplicidade de sua estrutura.
O Edifício do Comú de Ordino tem sido a sede do poder político durante longo tempo. A diferença de outras paróquias, a prefeitura tem-se conservado em seu edifício original, possivelmente pelo carater senhorial da comunidade. Em sua fachada, encontram-se talhadas em pedra as armas tradicionais da paroquia e incluso, em um de seus muros, ainda pode-se ver a argola à que pendurava aos réus condenados ao escárnio público.
O Auditório Nacional, em um espaço sóbrio e ao mesmo tempo delicado, é o centro das atividade artísticas e culturais da atual idade. Situado em um edifício construído em 1930 com o propósito de albergar animais dissecados, se converteu com apoio da prefeitura em um auditório em 1991. Trata-se de um edifício retangular, rodeado de jardins bem cuidados, em cujo centro está uma formosa cúpula.
Outro monumento que reúne a beleza aristocrática do passado com o encanto prático e brilhante do presente é a Casa Museu Areny plandolit. Nela se recopila e guarda a história de uma das principais famílias do principado, os Areny plandolit. O Museu está dividido em dois andares abertos ao público. No primeiro, podem-se admirar as bodegas, com suas barricas e instrumentos para a elaboração do vinho e o aceite no século XIX, o antigo talher de ferreria onde podem-se admirar as peças fabricadas e os instrumentos de trabalho e as cavalarias, que oferecem um percurso pela evolução das selas de montar, as ferramentas de doma e peças para a equitação. O segundo planta oferece a visão da aparentemente tranqüila vida aristocrática. Corresponde à sala, com suas peças de esgrima, caça e boxeio, o comedor, a cozinha, com seus utensílios em bronze, madeira e porcelana, a biblioteca e a capela particular, com peças ornamentais, um tocador higiênico e elegante. Os dormitórios valem menção especial por sua abundância espacial e sua simplicidade. Nas paredes abundam os quadros que narram a história da família e suas amigos. Também, e como uma verdadeira jóia por sua rareza, aparece um antigo e primitivo laboratório fotográfico de finais do século XIX. A impressionante e luxuosa beleza do Museu se complementa com uns maravilhosos jardins, rodeados de uma imponente peça de ferreria.
Ao abandonar Ordino pode-se admirar o Castelo Medieval de A Meca, fortificada obra do século XIII que se esconde entre a espessura do bosque.

SORNÀS
Fazendo um percurso pela paróquia, pode-se aceder a Sornàs, a só um quilômetro da capital. Trata-se de um diminuto povoado que conserva interessantes desenhos pré-históricos e um núcleo de três casas e uma humilde capela medieval que sobrevivem ao passo do tempo.

SÃO MARTÍ DA CORTINADA
São Martí da Cortinada é outro espaço ordinense que vale a pena conhecer. Se trata de uma cidade um pouco maior que Sornàs, com uma série de casas em pedra e onde pode admirar-se Cam pal, a casa mais antiga de Andorra. Apesar de que encontra-se quase em ruínas, sua beleza derruída se escorre pelo seu original balcão sustenido por formas losangulares dando fé de um passado glorioso. Muito cerca, a antiga carpintaria do mesmo nome, atual mente em restauração, onde pode observar a forma em que se trabalhava a madeira no século XVIII.
Nos extremos da aldeia, surge com sua maravilhosa beleza a Igreja de Sant Martí da Cortinada, peça românica do século XII que encontrou continuidade nas reformas do século XVII. A atual fachada conserva seu estilo românico original, tanto que seu campanário de estrutura quadrada, possui bordes retilíneos e remates com pontas que lhe permitiram sua conservação em um ambiente repleto de umidade. As reformas do século XVII, consistentes na ampliação da nave central, deixaram ocultos os frescos românicos do abside, que representam a São Martín, São Bricio e São Sebastián, assim como cenas da vida popular. O trabalho de ferraria das capelas interiores é impressionante por seu complicado entrelaçado e sua vigorosa fortaleza. Detalhes especiais são um pequeno altar circular no que se celebravam bodas e batismos e os bancos de madeira do interior, elaborados a mão no século XVII. Um deles contem uma estranha e original gaveta secreta para guardar objetos próprios da paróquia, que possui uma estrutura mecânica que lhe permite variar a posição do respaldo para permanecer sentado ou para rezar.
Frente à Igreja, o cemitério paroquial com lápidas representativas de cada um dos defuntos e, no fim do caminho da Igreja, se encontra um antigo moinho movido pelas águas do rio, chamado Molí de pal, quase intacto.

ARANS
Um quilômetro depois de A Cortinada localiza-se Arans, espaço convertido em subúrbio da estação de esqui de Ordino Arcalis que conserva em meio de suas casas modernas, algumas antigas mansões. Seu principal atrativo reside em sua famosa grota repleta de estalactites e estalagmites, paraíso para os amantes da geologia.

LLORTS
Para coroar esta paisagem peculiar e serena, aparece Llorts, pequena aldeia situada sobre uma ladeira nas beira do rio Valira. Destaca uma encantadora capela de fachada encalada, altar barroco e exterior gradeado com peças de ferro forjado. A visão de suas casinhas tradicionais de montanha e sua capela, se impõe a presença de uma mansão com três pisos de altura e três torres verticais que contrastam com o povoado e a paisagem. Llorts contagia sua magia e se converte em uma paisagem inesquecível.

O SERRAT
O Serrat é o último povoado de Ordino que encontra-se no percurso para a estação de Ordino Arcalis. Embora não possui grandes peças arquitetônicas, conta com uma vista inacreditável e invejável, assim como com uma boa dotação de hotéis e restaurantes para passar uma relaxante velada.

CANILLO
A primeira paróquia consolidada por antigüidade é Canillo. Sua privilegiada localização de alta montanha, ultrapassando os 1.800 metros a dotam de um clima frio e seco, de uma constante relação com o sol e de uma paisagem invejável. Conformada para o século IX, seu caráter de primogênita lhe converteu no centro das atividade do principado durante muito tempo.
Ao longo do seu desenvolvimento, esta comarca de escassos 120 Km quadrados, tem-se convertido em uma zona de tradição ganadeira e agrícola, de uma beleza digna de fotografia com suas casas de montanha em pedra e madeira e sua tranqüilidade em um eco constante e cúmplice com a natureza.
Em seu seio encontra-se o povoado de Meritxell, em onde se erige o Santuário de Nostra Senoyra de Meritxell, patrona de Andorra e desde o qual pode-se observar a Canillo e a Encamp. Em suas origens o templo foi românico, posteriormente recebeu acréscimos góticos e renascentistas, especialmente em suas pinturas e retábulos. Porém, em 1972 um incêndio destruiu quase a totalidade do templo e suas riquezas, motivo pelo que se encomendou ao arquiteto Ricard Bofill a edificação de um novo santuário. Em pleno século XX, surge uma peça de arquitetura moderna impressionante por sua amplitude, seu traço e sua estética que combina o estilo moderno com elementos tradicionais mudéjares e renascentistas e que dista muito da original e simples obra primitiva.
Canillo, a capital da paróquia, oferece como atrativo um conjunto de antigos monumentos que contrastam com o mais moderno legado do século XX em seu palácio de Gelo de Andorra. A Igreja de Sant Joan de Caselles é um exemplo do legado lombardo e do estilo românico.
Porém, existem rasgos particulares nela que ultrapassam ao românico puro: uma nave central mais alta e extensa de o habitual, um campanário autônomo comunicado com à igreja mediante um passadiço, assim como uma maior ornamentação nas arcadas do campanário. No interior, um pequeno museu oferece originais peças, entre as que destaca o Cristo Crucificado elaborado em estuco e uma pintura mural da cena da crucifixão. As posteriores modificações sofridas por este templo, revelam um acréscimo renascentista do século XVI e se refletem em uma coleção atrativa de pinturas e móveis de aquela época.
Próxima da Igreja, um antigo cemitério dos séculos XI e XII, assim como casas antigas que sobrevivem entre as ladeiras e que se mantém como testemunhas de uma história concluída.
A Igreja paroquial de Sant Serní, um pouco mais moderna possui uma torre estilizada que sobressai por encima das outras construções. Sant Serní se remonta ao estilo românico e ao século XI, entretanto, foi modificada e rejuvelhecida durante o Renascimento, dando por resultado uma imagem mais moderna e um passado menos definível. Em seu interior distingue-se o retábulo maior de estilo renascentista.
Em meio deste paisagem pode-se aceder ao famoso palácio de Gelo de Andorra. Trata-se de um centro esportivo, cultural e social muito acreditado em toda Europa. O enorme edifício de 8.000 metros quadrados oferece um paraíso de modernidade, ócio, diversão e saúde. Em seu interior, uma grande pista de gelo, uma piscina climatizada a 28 graus centígrados totalmente coberta, um equipado ginásio, uma sauna, pistas de tênis e salas de squash. Por outra parte, o palácio de gelo conta com um pequeno auditório para 160 pessoas, bar restaurante, boutique, sala de jogos, cinema e um salão mirante. Em seu interior, qualquer que seja a temporada do ano, encontrará exposições ou eventos culturais e artísticos que representam um ponto de interesse.
Os Arredores de Canillo

Nos arredores da capital, a aldeia de prats, que conta com o único monumento de estilo gótico existente em Andorra: a Igreja de Sant Miguel.
Embora de origem românico, possui um exterior com bastantes características góticas. No caminho entre Canillo e prats, encontra-se uma talla românica conhecida como a Cruz dos Sete braços; sua história se remonta a tempos antigos que converteram esta peça em um símbolo popular. Originalmente contava com oito braços, só que um deles, ao parecer, foi mutilado por um disparo que lhe custou a vida a um jovem e que fez desaparecer o braço.

RANSOL
Ransol é outra pequena aldeia que conta com um importante monumento: uma ermita românica, recentemente restaurada e que exerce um especial domínio sobre o resto da aldeia, com suas casas de montanha e seus picos de formas caprichosas. Próxima desta aldeia, no caminho para Tartel, encontra-se uma formação de cimento muito atrativa para os alpinistas e os aspirantes a ser; conhecida como o Rocódromo, o lugar ideal para provar a fortaleza pessoal antes de decidir-se a passar uns dias nas estações de esqui e alpinismo.

ENCAMP
Se trata da segunda paroquia tanto em extensão como em antigüidade. Situada quase no centro geográfico do principado, conta com uma privilegiada situação no coração pirenaico; altas montanhas em seu território que atingem os 2.000 metros no seu centro de atividade, com seus 1.260 metros e um clima seco mediterrâneo, é um lugar ideal para os esportes ao ar livre e o treinamento prévio ao assenso à alta montanha. A presença de um grande número de lagos, entre os quais se destacam os de Engolasters, Ilha e Montmalús, a convertem em um lugar ideal para a pesca e lhe brindam um adequado suporte enquanto às necessidades básicas. A presença de antigos estanys, espécie de círculos glaciares pré-históricos, garantem uma paisagem mítica e uma oportunidade à diversão e à cultura da geologia. Por último, os limites de Encamp roçam, após passar grandes maciços montanhosos, as fronteiras espanhola e francesa, convertendo-a assim em uma das comarcas mais relevantes política e administrativamente.

ENCAMP
A capital, Encamp, é uma pequena e pitoresca cidade de escassos sete mil habitantes. Encravada em um pequeno vale, suas casinhas frágeis em aparência e fortes em história com construções de arraigo e modernos centros de atividade e popular, sobressaem em meio do impressionante entorno.
O Edifício del Comú, sede da prefeitura, é talvez a peça mais modernista desta cidade. De estruturas geométricas, consolidado através da pedra forte e cristal, compõe uma grande construção de cor azul escuro que se destaca entre os edifícios históricos que lhe circundam. Por outro lado, a Casa Comuna de Encamp representa um contato com a modernidade através da sua estrutura de cristal, aço e o enorme cristal-espelho que reflete contentemente uma parte deste paisagem montanhoso. Por sua parte, a Igreja paroquial de Santa Eulalia possui um rústico campanário de mais de 23 metros desde onde pode-se gozar de uma esplêndida vista.
Entre os lugares de maior interesse, destaca-se o Museu Nacional do Automóvel, que oferece um percurso do automobilismo desde 1894 até 1950 através de 80 carros, 50 motocicletas e mais de 100 bicicletas. Podem-se apreciar, ademais, as peças originais que compunham aos antigos carros e veículos aqui expostos.
A peça mais adorável do museu é uma coleção de carros em miniatura, elaborados em porcelana e ferro, verdadeiras peças de antologia (Horário: de terça-feira a sábado de 10:00 a 13:00 h. E de 16:00 a 19:00 h. Os domingos só pelas manhãs).

LA MOSQUERA
La Mosquera é um diminuto povoado no margem esquerda do rio Valira e seu maior atrativo é a Igreja de Sant Miquel da Mosquera, construção de estilo românico do século XII. Conta com um precioso retábulo muito a tono com o lugar, natural, antigo e formoso.

LES BONS E VILA
Situada sobre uma espécie de terraço retirada contra uma grande muralha montanhosa, Les Bons distingue-se por sua Igreja de Sant Romá, a construção mais antiga, consagrada em 1163. De estilo românico, a nave central encontra-se dividida em três partes por arcos torais que sustêm a uma cúpula de canhão. Entre suas peças mais importantes estão as réplicas dos frescos pintados pelo mestre de Santa Coloma, seu retábulo renascentista e seu Cristo Barroco. Por fora, a Igreja mantém o encanto e a harmonia com Les Bons, ao permanecer em seu estado original.
Vila emerge na comarca de Encamp para oferecer sua harmoniosa visão elevada por sua Capela de Sant Romá, de aspecto mais primitivo e tosco que a de Les Bons.

ELS CORTALS
Como um povoado fantasma perdido entre as mágica e surrealistas paisagens, aparece Els Cortals, uma aldeia desenhada na distância que só adquire vida durante a época de colheita dos campos de tabaco que a rodeiam. A Capela Românica de Sant Jaindae dels Cortals, vigia o tempo no que a vida parece extinguir-se nesta zona.

PAS DE LA CASA
Sem lugar de dúvidas, entre os maiores atrativos da paroquia de Encamp encontra-se a recente, moderna e funcional cidade de Pas de la Casa. Dedicada fundamentalmente à promoção do esqui, esta comunidade encontra-se encravada em uma espécie de meseta alta, rodeada de neves constantes. Seu nome provém de uma antiga cabana situada no mesmo lugar onde hoje se erige a cidade.
Entre os lugares que mais destacam em pas da Casa, está A Igreja de Sant pere del Pas de la Casa, de estilo modernista e consagrada em 1985. A duas águas, coberta por um teto em azul cobalto vibrante e chamativo por seu contraste com a pedra gris, a igreja é o centro de atração na panorâmica geralizada da cidade.

ESCALDES - ENGORDANY
Escaldes-Engordany foi a última paroquia que se conformo no principado de Andorra. Anteriormente pertencente à paroquia de Andorra la vella, entretanto, o crescimento econômico e demográfico de ambas obrigou a sua separação em 1978. Em realidade, Escaldes-Engordany, apenas está conformada pelo antigo povoado de Les Escaldes e o mais novo de Engordany. Cabe sinalar que a divisão política de ambas paroquias é imperceptível no natural paisagem que envolve a ambas.

ESCALDES
Escaldes deve seu nome às águas sulfurosas que abundam na região, águas que brotam em meio de sua parte antiga ou em lugares mais distante e que atingem até 60 ºC de temperatura, convertendo-se no principal atrativo turístico da zona com seus balneários e saunas. Engordany é um território menos agreste, literalmente unido a Escaldes, na ladeira do monte de Paderm e nas cercanias do lago Engolasters.
O mais importante dos atrativos da paroquia é o Balneário Termolúdico de Caldeia, o maior centro desta espécie em Europa. Conta com 6.000 m2. de superfície, repletos de cascatas naturais, géisers, spas, saunas, salas de beleza, salões de recreio, etc.

A beleza da natureza que encerra, há que somar o impressionante desenho arquitetônico que a compõe: uma peça modernista de espelho, cristais e ornamentos em aço, com elementos piramidais que apontam para o céu. Em meio desse ambiente montanhoso, recheado de branca neve grande parte do ano, o Balneário causa impacto por sua perfeita frialdade exterior, com a fortaleza e funcionalidade que só sua estrutura emana. No interior, a saúde e a relaxamento se impõem em tanto que o frio do exterior não tem convite. centenas de pessoas acudem a Caldea a recuperar sua saúde, a melhorar sua forma ou a encontrar um estado de relaxamento e tranqüilidade que escasseia cada vez mais nas grandes cidades Européias. Fazendo uma combinação dos avanços tecnológicos mais modernos, mas retomando a sabedoria das antigas crenças populares, se combinam neste lugar os tratamentos com plantas e frutas aromáticas, sauna e bronzeado artificial entre muitos outros. Existem múltiplas oportunidades para que o visitante aproveite da relaxamento que as águas termais oferecem e deseje voltar a este lugar com freqüência, algumas de elas consistem em passes por dois ou três horas e inclusive por um dia.
Dentro dos lugares de interesse tradicionais, encontra-se a Igreja de Sant Jaume, construída recentemente, mas respeitando o estilo românico que predomina em Andorra.
Seguindo o caminho para o lago, se acede a planície onde localiza-se a Igreja de Sant Miquel d'Engolasters, templo românico do que destaca especialmente sua torre de três pisos. No interior se encontrou antanho coberto por uns formosos frescos românicos executados pelo mestre de Santa Coloma, mesmos que foram trasladados ao Museu de Arte de Catalunha, em Barcelona. Porém, se fizeram copias exatas dos murais originais. Por último, enquanto a peças eclesiásticas, convém visitar a antiga e prerromânica Igreja de Sant Romà dels Vilars, que resulta surpreendente por sua simplicidade e austeridade, considerando-se um dos primeiros antecedentes do românico.
Enquanto a lugares atrativos não religiosos, destaca o Museu de Maquetas de Arte Românico, situado no coração de Engordany. Conta com 25 peças que representam às igrejas, palácios ou lugares mais relevantes do principado de Andorra, elaboradas pelo pintor, escultor e maquetista Josep Colomer e que causam impacto por sua fidelidade, realismo e beleza.
De grande classe e magníficas peças, o Museu Josep Viladomat é uma homenagem ao brilhante escultor catalão de nascimento e andarrono por adoção. Más de 140 peças de diferentes épocas, materiais e conceitos compõem a exposição permanente.
O percurso por Escaldes-Engordany pode culminar com uma visita ao Lago de Engolasters, próximo ao templo de Sant Miquel. Trata-se de um pequeno lago que destaca por suavidade de suas águas prateadas e pela moldura cerrada que lhe proporcionam os bosques que lhe rodeiam. Nascido de uma velha lenda, o lago da vida a uma paisagem capaz de comover a qualquer, proporcionando uma calma e paz pouco comum.

SANT JULIÀ DE LÒIRA
A última paróquia que descreveremos é Sant Julià de Lòria. Trata-se da entrada ao principado para quem provém de A Seu d'Urgell, Espanha. Sua localização para o sudoeste lhe aproxima mais com o acento e espirito catalão que com o francês. Anteriormente se chamava Laurèdia e conta com algo mais de 7.000 habitantes. É das zonas geográficas de menor altitude dentro do principado pois apenas ronda os 900 metros. Não deixa de surpreender essa espécie de distancia na qual encontram-se a paróquia com os limites do rio Valira por um lado e por outro a cadeia montanhosa conhecida como A Senyoreta, sobre a qual existe uma abundante vegetação, assim como algumas populações que descreveremos mais adiante.
Existem evidencias que sinalizam a primitiva ocupação deste território pelo homem. Peças de artesanato e moedas ibéricas e romanas permitem saber que desde os séculos II a.C. já se habitava este espaço. Se crê que se utilizou como centro de refugio para aqueles antigos habitantes da península ibérica e os litorais mediterrâneos.
Também há suficientes evidencias arqueológicas como para sinalar que trata-se da paróquia mais antigamente ocupada na Idade Media: as populações de Aubinyà e Juberri, no coração de La Senyoreta assim testemunham. Porém, a capital, Santa Julià de Lòria, é ligeiramente mais jovem. Colocada sobre um espaço que topa com a dureza do maciço do Coll da Manyiga, a cidade tem-se expandido lateralmente, entre o espesso bosque.
A Igreja de Sant Julià e Sant Germá é possivelmente o monumento que mais se destaca na capital. De estilo românico com sua alta torre que contem o campanário, o mais destacado é a escultura em madeira da Virgem Maria, também românica, de 68 centímetros com um colorido delicado, simples e atrativo.
Por sua parte, a Ponte da Margineda, construída para cruzar um cause do rio Valira, é um exemplo puro da engenharia medieval que aproveitando ao máximo a natureza. Na atual idade encontra-se um pouco deteriorado pela vegetação que lhe tem invadido e que impede, ao menos de longe, dar-se conta da pedra que o compõe e que lhe tem mantido em seu lugar por tantos séculos.
Do século XX destaca o Centro Cultural e de Congressos que oferece a alternativa ao turismo cultural e de negócios. A diferença de outros centros de congressos, este tem cuidado da aparência exterior guarde mais harmonia com o encanto clássico que a pedra acizentada e acre lhe tem presenteado a Andorra.
Sua imensa estrutura retangular é quase unidimensional, é um homenagem à mesma pedra com que encontram-se realizadas a maior parte das igrejas românicas do país. Sua localização junto à praça da Germandat, é uma espécie de continuidade dessa parede tapetada com pedras da mesma cor que as paredes do edifício. Dois auditórios amplamente reconhecidos, o Claror e o Rocafort, contam com o melhor das telecomunicações e se convertem em sede de eventos culturais de toda índole.

NAGOL
Na capital da paróquia, partindo da praça Laurèdia, nasce a estrada que leva a Nagol, uma pequena aldeia com só três casas em conjunto, que possui e custodia um dos monumentos românicos mais importantes de Andorra: a Igreja de Sant Cerní de Nagol, consagrada no ano 1055. Uma de suas peculiaridades é que, á diferença da maioria, encontra-se estrategicamente construída sobre uma colina para vigiar o entorno. Sua estrutura segue a linha românica de nave central retangular, escassamente ornamentada, mas no século XVII recebeu a construção de uma nova nave acrescentada, com forma similar, embora mais pequena.
Carece da clássica torre do campanário alta e esbelta que identifica ao resto das igrejas andorranas e apenas possui um pequeno espaço semicircular ao fundo e uma fachada ligeiramente elevada e plana desde onde está o sino. O interior guarda retábulos muito especiais, uma cruz processional do século XII e uns originais frescos românicos que representam aos personagens celestiais com um sentido mais humano, acrescentando-lhes características como barbas, cabelos e gestos que regularmente não se lhes conferem aos personagens divinos.
AIXOVALL Y BIXESARRI
Aixovall é outro pitoresco povoado da região de Sant Julià de Lòria. Seu encanto radica em esse ar de montanha e nas típicas casas que o conformam. Conta com bons hotéis para fazer um descanso. Muito perto, Bixesarri, uma aldeia que alegra a vista com suas casinhas de estilo e construção similar e uniforme, de consistência pétrea e a base de pedras superpostos. Aqui mesmo poderá visitar a mansão conhecida como A Casa de Pedro, que guarda um mobiliário antigo muito atrativo.
 
Documentos
As fronteiras do território de Andorra são Pas de La Casa pelo lado francês, e a Farga de Moles pelo lado espanhol. Os cidadãos europeus de estados membros da CEE, só necessitam do Documento Nacional de Identidade para ingressar no principado; por sua parte, o resto dos cidadãos do mundo precisa de passaporte mas sem necessidade de visto.
Fuente: portalsaofrancisco
Clima
O clima do principado é de montanha, seco e frio. Apesar da imensa quantidade de neve, a humidade não é demasiada e a insolação é boa.
A abundância de água nos rios e lagos quando chega o degelo, fazem do verão uma época quente mas não agonizante que se desfruta tanto como o inverno.
Os ventos são moderados, acentuando algumas zonas de montanha na temporada fria do inverno.


ESTAÇÕES MÁS E BOAS
O clima é temperado em Andorra. Todas as estações são agradáveis. Para os esportes de inverno, prefira o inverno. Para as caminhadas, prefira as outras épocas do ano.

TEMPERATURAS MÁXIMAS E MÍNIMAS
Andorra la Vella:
Em janeiro, de 0°C a 6°C
Em março, de 2°C a 12°C
Em maio, de 4°C a 23°C
Em julho, de 12°C a 26°C
Em setembro, de 12°C a 24°C
Em dezembro, de 0°C a 6°C
Fuente: portalsaofrancisco
Saúde e vacinação
VACINAS OBRIGATÓRIAS
Nenhuma vacina é obrigatória para entrar em Andorra.

VACINAS RECOMENDADAS
TD Pólio em dia.

RISCOS E CONSELHOS SANITÁRIOS
Nunca vá sozinho às montanhas, leve um pequeno kit de primeiros socorros com desinfectantes e remédios contra venenos.

ASSISTÊNCIA MÉDICA E HOSPITAIS
Hospital Meritxell de Andorra la Vella, Tel : (376) 87 10 00
Bombeiros e ambulâncias, Tel : 118
Polícia, Tel : 110
Serviço de socorro na montanha, Tel : 112
Urgência médica, Tel : 116
Fuente: voldiscount
Gastronomia
Neste território de montanha, encontramos duas gastronomias soberbas: a herança espanhola, especialmente catalã, com sabores, cheiros e texturas fortes e salgadas enquanto que a francesa, especialmente provençal, é a fonte de algumas das maravilhas da comida andorrana.
Trata-se de uma combinação que por si só garante uma boa mesa.

Com o aumento no turismo, o país tem-se preocupado por melhorar notavelmente as suas instalações e ofertas gastronômicas, modernizando a sua cozinha e restaurantes. Porém, tem o cuidado de não perder o seu natural encanto e de conservar as "bordas" ou casas de montanha, onde antanho procuravam refugio e alimentos para os viajantes e os desportistas que se aventuravam para as picos. Ao mesmo tempo, se incorporaram os melhores e mais variados elementos da cozinha internacional.
Desta forma, a oferta de lugares onde comer é extensa. Este pequeno paraíso nos regala com uma boa mesa com menus clássicos e económicos para quem não deseja complicar muito a vida, assim como pratos originais e finos, pedidos à carta, acompanhados de um bom vinho e pão, para quem gosta de provar e inovar a sua própria dieta.
As lentilhas e o arroz, cozidos de diversas maneiras e combinados geralmente com carnes ou frutos do mar, são outra opção que vale a pena provar. Por sua parte, os caracóis "a llauna" constituem uma iguaria gostosa e refinada que contrasta com sua própria simplicidade. Alguns caldos similares ao cozido espanhol gozam de boa reputação e são também um bom princípio, mas existe também a possibilidade de encantar saladas e massas italianas cozidas à catalã, ou inclusive uma deliciosa paella com acento pirenaico.
Os queijos andorranos, são tão bons como outros, o jamóm serrano, de muito boa qualidade e um bom pão, que os há de muitos tipos, podem ser outra forma de iniciar a comida se deseja algo mais forte.
As chuletas de vitela assada na brasa são habituais e seguras, pois seu sabor não se altera com muitos condimentos. Por outra parte, o cabrito ao forno é outro prato típico que convém provar, assim como o porco, preparado ao forno, onde adquire um delicioso sabor. O cuscuz, o cassulet e o civet de viado e de javali, são pratos muito andorranos que destacam pelo seu sabor.
A perdiz à vinagrete é a favorita entre os pratos à base de aves. Tem um sabor ligeiramente ácido que combina muito bem com a suavidade da carne. Não se pode abandonar Andorra sem ter provado este prato.
No relativo as sobremesas, a variedade é igualmente imensa. Abundam a mousse, de diversos sabores e os crepes doces. Como contrapartida, de herança ibérica, lhe aconselhamos que prove as rabanadas, pão banhado em mel e nata. A coca catalã se transforma em Andorra na coca masegada, deliciosa massa sem levedura feita com farinha de trigo, ovos, sal, açúcar, moscatel e aguardente. A pastelaria é igualmente maravilhosa, colocando empenho na combinação de sabores doces e ácidos. São peculiares a torta de limão, a de maçã e algumas tortas de chocolate. Os damascos são outras sobremesas que lhe cativará.
Trata-se da pele seca do pêssego, fervida com vinho e açúcar, o que lhe da um sabor suave e atrativo e que, ao combinar-se com a textura do pêssego, se convertem em um verdadeiro prazer ao paladar. E si de frutas se trata, as saladas de frutos secos, combinadas com alguns molhos ou cremes, resultam algo muito da zona, além de ser muito refrescantes. Por sua parte, as maçãs assadas, que muitas vezes acompanham a pratos como o pato ou o coelho, costumam ser uma boa escolha.
Por outro lado, existem, ademais, uma grande variedade, quantidade e qualidade de restaurantes de comida internacional. Predominam as especialidades italianas, com suas pastas e pizzas, seguidas das francesas, que tratam de apegar-se com rigor à gastronomia gala. Porém, e pese ao tamanho tão pequeno do país, em Andorra podem-se encontrar restaurantes de comida árabe, hindu ou portuguesa, especialmente na capital.
Pode-se afirmar que a oferta gastronômica que o principado brinda é mais que suficiente, esbarrando no brilhante no relativo a sabor, variedade e qualidade. Os preços são tão variados como os mesmos pratos e com segurança o viajante encontrará um lugar onde comer a seu gosto e de acorde com seu orçamento.

Bebidas
Os vinhos não são característicos da região, lógico que em território tão alto não caberia a possibilidade do cultivo da videira. Ainda assim, é possível encontrar vinhos das melhores marcas e qualidades na maior parte dos restaurantes do principado, principalmente espanhóis e franceses. A cerveja, por sua parte, também encontra-se com facilidade para acompanhar algumas delicias gastronômicas.
Fuente: portalsaofrancisco
Língua oficial
Espanhol
 


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Comentarios sobre este destino turístico
Antonio Martins
2014-04-02 Clima Higiene Compras
Portugal Precio Hospitalidad Excursiones
  Animación Gastronomía Cultura
Opinión general:
Seguridad Transporte    
Adorei visitar Andorra, um pequeno principado muito bem organizado e com paisagens maravilhosas
Volveré de nuevo Ha estado aquí en: 7/2011
 

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Comentarios
2014-04-02: Antonio Martins
Adorei visitar Andorra, um pequeno principado muito bem organizado e
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